15h30, Dinamização do Conto “O Tigre Xadrez”, pela Editora Arte Em Movimento na Feira do Livro
21h30, Peregrinação poética
Ao longo de seis estações poéticas, espalhadas pela zona pedonal da cidade, serão ditas e encenadas as palavras dos poetas homenageados na 10ª Campanha da Poesia à Mesa. Com a participação especial do ator Ricardo Carriço e das associações culturais da cidade. Durante a noite decorrerá ainda o espetáculo “Arruada”, uma animação de rua com percussão, fogo e dança, pela Associação Ecos Urbanos.
22 DE MARÇO Cerca das 18h00, na Feira do livro, teve lugar o lançamento do livro "Sereiazinha da Terra" de Maria José Santos, pela Papiro Editora/Great Point, Lda.
11h00» Estendal Poético Metropolitano, contendo poemas
seleccionados pelos 16 Municípios da Área Metropolitana do Porto (AMP)eSintonia Poética, leitura simultânea de poesia em todos os Municípios
da AMP.
A
Área Metropolitana do Porto assinala, no dia 21 de Março, o Dia
Mundial da Poesia com actividades desenvolvidas pelos vários municípios
em simultâneo
O “Estendal Poético Metropolitano”,
com poemas seleccionados pelos municípios da AMP. Esta acção consiste
na suspensão, em cordas, de poemas ilustrados, em espaços públicos de
cada concelho. Os poemas foram escritos por alunos das bibliotecas
escolares ou dos diversos serviços educativos que as bibliotecas
municipais ou escolares realizam durante o corrente mês ou, ainda, de
poetas locais.
Em torno do “Estendal Poético Metropolitano” houve “Leitura Simultânea de Poesia”, entre as 11h00 e as 11h30, em todos os municípios da AMP, de forma a criar uma “sintonia poética.
No jardim da biblioteca municipal, marcaram presença alunos das escolas básicas e pessoas dos lares da 3ª idade de S. João da Madeira, que declamaram poesia de Matilde Rosa Araújo, uma das poetisas homenageadas, nesta 10ª edição da Poesia à Mesa.
13h00» Declamação
simultânea de poesia nos restaurantes aderentes
Bacana | Bonzão | Bubbles
| Casa do Morgado |Diamante | Fábrica dos Sentidos | Kubo d’Açucar | Neptúlia |
O País | Ponto Zero | River
14h00 » Oficinas de
leitura poéticapelo Serviço Educativo
Local:Escolas básicas da cidade
No auditório dos Paços da Cultura, cerca das 21h45, teve lugar o espetáculo “A Palavra dos Poetas”
pelo Grupo de teatro A Comuna que focou a vida e a obra de dois poetas homenageados este ano, Luís Vaz de Camões e Valter Hugo Mãe,
fazendo uma leitura das suas obras com o percurso da vida do autor.
Hoje, pela 10 e 14 horas, no auditório dos Paços da Cultura realizou-se o espetáculo "Camões é um poeta RAP", dirigido a jovens das escolas de S. João da Madeira (João da Silva Correia, Oliveira Júnior, EB2/3 e CEI).
CAMÕES É UM POETA RAP é um evento performativo e musical - com a qualidade literária do génio de Camões, que assenta num conceito inovador que aproxima a Lírica do grande poeta à nossa vivência contemporânea, através dos ritmos rap e hiphop.
Esta tem sido uma Performance que deixa ainda a marca da emoção no público; este apercebe-se, nesta hora de partilha com a Performer, das duras condições de vida do “Princípe dos Poetas”, e de como Camões - o homem - transforma o infortúnio e o desespero em energia criadora - de que a força mental que extravasa no conjunto dos seus poemas é um exemplo de vida que resiste ao passar do tempo.
Camões é, por unanimidade, reconhecido como um nome maior das letras e cultura portuguesas, cujas asserções poéticas, linguísticas e filosóficas continuam pertinentes na actualidade.
No entanto, aquele que “... viveu pobre e miseravelmente/ e assim morreu” apesar de ter presença obrigatória nos Programas académicos de Português, continua a suscitar, sobretudo nos jovens, uma aversão quase epidérmica.
Este espetáculo foi realizado com o apoio da DGLB (Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas).
Interpretação de Gisela Canãmero
Mais tarde, pelas 18h00, na Biblioteca municipal decorreu a inauguração da exposição “O maior poema da
Cidade”, na qual alguns contribuintes desse grande poema declamaram as suas criações poéticas. Salientaram-se nesta sessão a participação animada das crianças que encantaram todos os presentes.
Em seguida, pelas 18h30, a Tertúlia Poética sob o mote "Os poemas dos nossos poetas" e conduzida de forma brilhante pela Profª Cristina Marques, reuniu alguns poetas sanjoanenses que num momento informal declamaram as suas próprias poesias criando um ambiente mágico inesquecível.
Hoje, ao longo do dia, o serviço educativo da Biblioteca realizou oficinas de escrita poética "Um poema para o meu pai", com a participação e dos alunos da escolas básicas de S. João da Madeira.
De seguida fizeram uma visita guiada ao Centro de Leitura Especial, onde foram elaborados marcadores de livros em escrita Braille.
Das palavras para o palco, a poesia transformou-se, ganhou voz, movimento... Vida!... O TEPAS e o grupos de dança Jazz / Hiphop do CCD interpretaram a poesia de Salomé Pinto, publicada com as ilustrações de Alexandra Gonçalves em ebook e livro impresso. Josias Gil assinou o prefácio da obra que deu título ao espetáculo. “
15h30
» ESPECTÁCULO “O
Planeta das Palavras” Espectáculo infantil a
partir de "A história das palavras" de José de Almada Negreiros.
Um simpático comandante e uma excêntrica hospedeira comandam as operações e
guiam as crianças num percurso de descoberta, como se tratasse de uma viagem
espacial. Desta forma, conta-se como as ideias e as emoções se fizeram,
inicialmente, representar por uma combinação de sinais gráficos, que mais tarde
viriam a estar na origem da invenção do alfabeto.
O espetáculo apostou na
criação de paisagens visuais e sonoras capazes de estimular a sensibilidade das
crianças, numa vertente lúdica e sensorial.
Tema para 2012: CIDADE POÉTICA – S. João da Madeira.
“O mundo é um imenso livro do qual aqueles que nunca saem de casa lêem apenas uma página.”
Santo Agostinho de Hipona
Sejam originais, soltem o dom poético que vive dentro de vós. Sejam os oleiros da poesia, que com a argila das palavras moldam sílabas, fabricam versos e fantasias.
Nesta terceira edição d’ “O maior poema da cidade”, a Teia dos Sentidos volta a desafiar, todos os indivíduos que de algum modo estejam ligados a S. João da Madeira, a escrever alguns versos, desta vez, sobre S. João da Madeira, a Cidade da Poesia à Mesa, que comemora este ano, a 10ª edição.
Os trabalhos serão publicados no blog e no Facebook da Teia dos Sentidos e ficarão em exposição na Biblioteca Municipal sanjoanense de 17 a 24 de Março.
A minha Cidade – S. João da Madeira é o tema deste ano. A abordagem é livre e não é obrigatória a rima, mas o texto tem que ser poético.
Os trabalhos devem ser enviados até ao dia 29 de Fevereiro por e-mail, para o endereço eletrónico teiadossentidos.geral@gmail.com, ou por carta, para a morada Rua Santa Cruz nº 151 Fração “E” – 700-258 S. João da Madeira.
Podem participar todos os cidadãos, sendo apenas necessário que tenham algum tipo de ligação a S. João da Madeira (através da naturalidade, residência, emprego, escola, etc).
Os poemas devem estar devidamente identificados com os seguintes dados do autor: nome completo, idade, profissão, nome da empresa onde trabalha ou escola que frequenta e o tipo de relação com o município sanjoanense.
Ao participarem, os poetas estão a autorizar a Teia dos Sentidos, a Câmara Municipal de S. João da Madeira a utilizar e publicar os trabalhos para a realização desta exposição e de outras futuras, sempre com o objetivo de promover a poesia e os autores locais.
Se os versos não respeitarem as normas de participação, a Teia dos Sentidos arroga-se o direito de os excluir do evento.
À medida que os versos forem chegando, a Teia dos Sentidos irá publicá-los no blog pela ordem de chegada e devidamente identificados. À semelhança dos anos anteriores o Jornal O Regional associa-se à Teia dos Sentidos publicando sempre que possível os poemas participantes deste projeto.
Ao construir “O maior poema da cidade” vamos celebrar de uma forma original S. João da Madeira e a Poesia.
Participe!
Mais informações consulte o blogue em teia-dos-sentidos.blogspot.com e a página do Facebook.
Borges Recitales "Poema de los Dones", de el libro "El Hacedor", de Jorge Luis Borges.En la Memoria y la Voz Colombiana de Ana María Rivera, y la Música Original, para Piano, Clarinete y Pantágora, de Alejandro Díaz-Lamprea. POEMA DE LOS DONES
Nadie rebaje a lágrima o reproche esta declaración de la maestría de Dios, que con magnífica ironía me dio a la vez los libros y la noche.
De esta ciudad de libros hizo dueños a unos ojos sin luz, que sólo pueden leer en las bibliotecas de los sueños los insensatos párrafos que ceden
las albas a su afán. En vano el día les prodiga sus libros infinitos, arduos como los arduos manuscritos que perecieron en Alejandría.
De hambre y de sed (narra una historia griega) muere un rey entre fuentes y jardines; yo fatigo sin rumbo los confines de esta alta y honda biblioteca ciega.
Enciclopedias, atlas, el Oriente y el Occidente, siglos, dinastías, símbolos, cosmos y cosmogonías brindan los muros, pero inútilmente.
Lento en mi sombra, la penumbra hueca exploro con el báculo indeciso, yo, que me figuraba el Paraíso bajo la especie de una biblioteca.
Algo, que ciertamente no se nombra con la palabra azar, rige estas cosas; otro ya recibió en otras borrosas tardes los muchos libros y la sombra.
Al errar por las lentas galerías suelo sentir con vago horror sagrado que soy el otro, el muerto, que habrá dado los mismos pasos en los mismos días.
¿Cuál de los dos escribe este poema de un yo plural y de una sola sombra? ¿Qué importa la palabra que me nombra si es indiviso y uno el anatema?
Groussac o Borges, miro este querido mundo que se deforma y que se apaga en una pálida ceniza vaga que se parece al sueño y al olvido.
Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo (Buenos Aires, 24 de agosto de 1899 — Genebra, 14 de junho de 1986) foi um escritor, poeta, tradutor, crítico literário e ensaísta argentino.
nem que isso seja um inflexão da liberdade nem que seja só a difusão da inocência quando a achamos estar a perder nem que isso seja este cheiro lento e límpido a expandir-se pelas entranhas da obsessão quando o mundo parece mais alagado em espasmos e imagens do que propriamente em solidão. mas tudo o que sabemos é que havemos de deixar Novembro, um dia nem que para isso seja necessário criar algo maior do que nós nem que para isso deixemos de dormir e deixemos de fechar a carne e abrir a vértebra da noite. o sono extenso chega ao de leve, pousa-nos nas feridas, suga-nos a essência e ser ou não ser passa a ser sempre uma questão de perspectiva.
Sara Costa nasceu em Oliveira de Azeméis em 1987, tendo atravessado o seu percurso escolar até ao ensino secundário em S. João da Madeira. É licenciada em Línguas e Culturas Orientais e Mestre em Estudos Interculturais: Português/Chinês pela Universidade do Minho. Actualmente, é Professora Assistente no Instituto Politécnico de Leiria.
É autora dos livros de poesia "A melancolia das mãos" e "Uma devastação inteligente".
É uma jovem escritora e poetisa que tem sido galardoada em vários certames literários e tem publicado poemas em diversas revistas literárias. "O Sono Extenso" de Sara Costa, obra vencedora do Prémio literário João da Silva Correia, cuja edição deste ano foi dedicada à Poesia.
Tracei caminhos Entre agrestes montes. Pisei espinhos e lama, Mas não perdi o rumo. Fui rosa e lírio, Fui espiga e jasmim, Canção e saudade, Oceano sem fim. Neste fado já traçado Segui as aves do céu E o sonho meu. Rasguei as horas Nos lençóis dos teus braços E fui pelo mundo, Seguindo este fado De nunca te ter. Por que o vento me levou E em mim deixou As marcas do passado. Cantei lágrimas ao luar. Fui louca e raínha Fadista sem guitarra E amor, sem amar.
in "Palavras e sentimentos"
Dina Silvério é natural de Ferragudo, Lagoa, Algarve, mas vive em S. João da Madeira há 13 anos, onde exerce a sua profissão como assistente social. Tem duas filhas e dedica-se à poesia como forma de evasão. Tem já publicados dois livros em poesia e "Redescobrindo a minha alma" e "Palavras e sentimentos".
Mondo multiculturale... vorrà dire amorfo, antisociale? O ignorare, non pensare?
Ah, integrazione... Sarà l'antitese Della comprensione, accoglienza e mani tese?
Mutua connoscenza, interculturalità arte e nuove identità s'oppongono all'indiffirenza?
L'apertura verso il diverso non richiede protezione ma una nuova visione del mondo e dell'universo.
In SILVA, Regina Célia Pereira - Attraverso la Cità: rilievi e risalti poetici del tessuto cittadino visti da. Avellino: Scuderi, 2011. (disponível no Fundo Local da Biblioteca Municipal de S. João da Madeira)
Regina Célia Pereira da Silva, de origem portuguesa (S. João da Madeira), soube conjugar a melodia lusitana com a italiana, mais propriamente napolitana, criando e definindo uma produção poética de notável interesse, focando sobretudo os temas sociais, mas também o esplendor da natureza e do mundo mediterrâneo.
Ventania de nortada, Brisa marítima Odor de maresia Perfume de infância.
Brilhante, branca E imensa a areia...
Espumejante dilaga A água salgada Sempre em movimento, Sempre agitada.
Peixes prateados Saltam das redes...
A traineira chega cansada, mas cheia De fresco pescado Por muitos desejado.
Decorre a lota e os pescadores apregoam Os banhantes aproximam-se compram.
A longa avenida Traz à memória Dias felizes, de fantasia. Sonhos que viviam em segredo.
In Silva, Regina Célia Pereira da - Trasparenze culturali, oggetti d'oggi e pensieri: transparências culturais, objectos de hoje e pensamentos.1ª ed. Palermo : Aletti Editore , 2011. , 107 p. ; 21 cm. ISBN: 978-88-6498-566-4
Regina Célia Pereira da Silva nasceu em S. João da Madeira, Portugal, é docente de Língua, Cultura e Tradição Portuguesa, no Instituto Camões de Lisboa, na Universidade de Estudo Suor Orsolo Benincasa, Nápoles. Doutorada em Literatura Moderna e Estudos Filológico-Linguísticos na Faculdade de Letras da Universidade de Estudo de Palermo em colaboração com a Universidade de Estudos Orientais de Nápoles. Ganhou o prémio jornalístico internacional "Theodor Mommsen 2001", na secção "Coppa de Nestor" com o artigo "O vinho do Porto" e o prémio em língua estrangeira atribuído pela Associação Nápoles Cultural Clássico no ano de 2010, com o poema "Ela". Desde sempre se interessou pela poesia numa perspectiva multicultural, tem participado activamente em diversas sessões de poesia, em encontros literários e culturais, tendo já publicado diversas obras e poesia.
Use o poema para elaborar uma estratégia de sobrevivência no mapa da sua vida. Recorra aos dispositivos da imagem, sabendo que ela lhe dará um acesso rápido aos recursos da sua alma. Evite os atolamentos da tristeza, e acenda a luz que lhe irá trazer uma futura manhã quando o seu tempo se estiver a esgotar. Se precisar de substituir os sentimentos cansados da existência, reinstale o desejo no painel do corpo, e imprima os sentidos em cada nova palavra. Não precisa de dominar todos os requisitos do sistema: limite-se a avançar pelo visor da memória, procurando a ajuda que lhe permita sair do bloqueio. Escolha uma superfície plana: e deslize o seu olhar pelo estuário da estrofe, para que ele empurre a corrente das emoções até à foz. Verifique então se todas as opções estão disponíveis: e descubra a data e a hora em que o sonho se converte em realidade, para que poema e vida coincidam.
Nuno Júdice
Nuno Júdice (Mexilhoeira Grande, 29 de Abril de 1949) é um ensaísta, poeta, ficcionista e professor universitário português. Esteve recentemente em S. João da Madeira na conferência "O chapéu na poesia" no Museu da Chapelaria.
Na passada sexta-feira, a sessão de lançamento do livro "Silenciosas Alvoradas" de Ana Homem de Albergaria, decorreu animada com a presença de cerca de 25 participantes.
Hoje, 15 Julho, pelas 21h30, decorrerá na Biblioteca o lançamento do livro “Silenciosas Alvoradas” de Ana Homem de Albergaria.
O livro “Silênciosas Alvoradas” contém 47 poemas ao longo das 115 páginas, numa abordagem das multiplicidades sentimentais da natureza humana, sendo ilustrado pela escritora que é também artista plástica.
Ana Homem de Albergaria, é natural do Rio de Janeiro. È Licenciada em Sociologia pela Faculdade de Letras da UP colabora com a EAPN Portugal, no Gabinete de Investigação e Projectos. Apaixonada pela escrita e pela pintura tem uma vasta obra pictórica da qual se realça a última exposição “HUMANIDADES”. Na edição apresenta, agora, o livro de poemas SILENCIOSAS ALVORADAS com a chancela da Edita-me tendo em preparação, conjuntamente com outros autores, uma colectânea de poesia a editar brevemente no âmbito do grupo de poesia a que pertence “Portugal Poético”.
Faleceu o poeta popular sanjoanense Ataúlfo Simão. Nasceu em Celorico da Beira, chegando há cerca de 62 anos a S. João da Madeira. Barbeiro de profissão, foi músico na Banda de S. João da Madeira e esteve também na iniciação da Tuna dos Voluntários. A poesia era a sua grande paixão, surpreendendo todos os que o rodeavam com as suas sábias quadras populares e a sua delicadeza de carácter. Foi colaborador nos jornais locais Regional e Labor. Era um frequentador assíduo da Biblioteca, que considerava a sua segunda casa e à qual dedicou alguns poemas.
Aqui fica esta carinhosa homenagem de todas as funcionárias da Biblioteca Municipal.
e se tiveres sede, insensato, bebe as tuas palavras
pois é tudo o que tens: literatura,
nem sequer mistério, nem sequer sentido,
apenas uma coisa hipócrita e escura, o livro.
Não tenhas contra ele o coração endurecido,
aquilo que podes saber está noutro sítio.
O que o livro diz é não dito,
como uma paisagem entrando pela janela de um quarto vazio.
Manuel António Pina (Sabugal, 18 de Novembro de 1943) é um jornalista e escritor português, galardoado em 2011 com o Prémio Camões. O autor licenciou-se em Direito em Coimbra e foi jornalista do Jornal de Notícias durante três décadas. É actualmente cronista do Jornal de Notícias e da revista Notícias Magazine. A sua obra é principalmente constituída por poesia e literatura infanto-juvenil. É ainda autor de peças de teatro e de obras de ficção e crónica. Algumas dessas obras foram adaptadas ao cinema e TV e editadas em disco. A sua obra está traduzida em França (francês e corso), Estados Unidos, Espanha (espanhol, galego e catalão), Dinamarca, Alemanha, Países Baixos, Rússia, Croácia e Bulgária.
Na passada 6ª feira, dia 6 de Maio, pelas 18 horas, decorreu na Biblioteca a entrega de Prémios dos poemas da Poesia na Corda 2011, actividade inserida na Campanha da Poesia à Mesa. Foram recebidos 277 poemas e os prémios atribuídos foram os seguintes:
POEMAS PEQUENINOS
TEMA: AMBIENTE
Nome:Gonçalo Fernandes Título: "O Mundo" Nome: Afonso Milheiro Título: "A Borboleta"
TEMA: AMOR
Nome: Rita Azevedo Plaza Título: "Adorável Pai" Nome: Maria João Carvalho Título: “O meu irmão”
TEMA: OUTROS
Nome: Maria Inês Ferreira Ramos TM: 914897722 Título: "Poesia à Mesa" Nome: Rita Azevedo Plaza Título: "O Fofinho"
JOVENS
TEMA: AMOR
Nome: João Constantino Título: "A Fonte" Nome: João Ferreira Soares Título: "O Sonho"