Um espetáculo com Pedro Freitas (Poeta da Cidade), que condensa em si duas formas de arte: a palavra, materialização da forma literária, numa performance que tenta mergulhar no sentido mais íntimo da questão: “O que é um amor metafísico?, e a música, numa criação atmosférica quase divina, pelas mãos de Wake Up Sleep (Cláudio Martins).
quinta-feira, 31 de março de 2022
POETIZANDO | FERNANDO TORDO E JOSÉ FANHA
“Poetizando”, uma iniciativa do Festival Literário Poesia à Mesa, uma conversa sobre a vida e a poesia de Fernando Tordo, a propósito do novo livro “Não Me Tapes o Caminho em Frente, Mesmo que Não Vá Dar ao Futuro”, com a presença do autor e do poeta José Fanha.
TERTÚLIA DOS POETAS SANJOANENSES
A Tertúlia Poetas Sanjoanenses foi moderada por Cristina Marques e contou com a participação especial da Academia de Música de São João da Madeira
- Eduardo Pinho (Guitarra): Estudo V (Omaggio a Tarrega) - Leo Brouwer
- Batista (Guitarra) e Maria Costa (Canto): Garota de Ipanema - Tom Jobim
- Eduardo Pinho (Guitarra): Estudo V (Omaggio a Tarrega) - Leo Brouwer
- Batista (Guitarra) e Maria Costa (Canto): Garota de Ipanema - Tom Jobim
POETIZANDO COM JOSÉ FANHA E FERNANDO TORDO
O que acontece quando dois amigos de longa data se sentam à mesa a conversar?
Este é o desafio desta noite. Dois amigos: o poeta José Fanha e o músico Fernando Tordo.
Uma conversa que tem como ponto de partida o livro de poesia "Não tapes o caminho em frente, mesmo que não vá dar futuro" de Fernando Tordo, passando pela poesia em geral e a vida dos poetas.
Local: Biblioteca Municipal
Entrada gratuita
Este é o desafio desta noite. Dois amigos: o poeta José Fanha e o músico Fernando Tordo.
Uma conversa que tem como ponto de partida o livro de poesia "Não tapes o caminho em frente, mesmo que não vá dar futuro" de Fernando Tordo, passando pela poesia em geral e a vida dos poetas.
Local: Biblioteca Municipal
Entrada gratuita
POESIA NO AUTOCARRO
Sábado, a poesia será servida em andamento e a alta velocidade poética, com as declamações do Grupo de Teatro Sériùs, com acompanhamento musical da Escola Arte do Som.
10h14 // Linha Verde // Paragem do Tribunal
10h14 // Linha Verde // Paragem do Tribunal
Poetas homenageados em 2022
Este ano, o Festival dará destaque a Alda Lara, Vítor Nogueira, Daniel Filipe, A. M. Pires Cabral, Rosalía de Castro (Galiza) e Capicua.
Com um programa que se constrói de palavras, o Festival conjuga a Poesia dita, cantada, exposta, trabalhada e conversada, em locais e contextos inusitados, como restaurantes, fábricas, autocarros, centro de saúde, escolas para além dos habituais equipamentos culturais da cidade e o espaço público.
Descubra a poesia dos poetas homenageados nesta 20ª edição.
Poesia à Mesa 2022
O Festival Poesia à Mesa regressa à cidade de S João da Madeira. Até dia 21 de março, a poesia será celebrada e interpretada de forma singular por cada um dos convidados desta edição.
Conheça os principais destaques da programação da 20ª edição do festival literário Poesia à Mesa.
quinta-feira, 11 de novembro de 2021
Prémio Literário João da Silva Correia
Encontra-se aberto o período de candidaturas ao Prémio Literário João da Silva Correia. Este prémio pretende promover hábitos de leitura e de escrita criativa, incentivando o aparecimento de novos valores e talentos literários.
A edição de 2021 distinguirá um original na categoria de Poesia.Os originais deverão ser enviados até ao dia 31 de janeiro de 2022.
O prémio traduz-se na garantia da publicação da obra selecionada, mediante a comparticipação financeira, pela Câmara Municipal, nos custos da respetiva edição, até ao limite de 3.000 euros.
Consulte o regulamento AQUI
terça-feira, 26 de outubro de 2021
Paulo Condessa dedica poema à Biblioteca Municipal no seu 60º aniversário
No passado dia 20 de outubro, foi assinalado o 60º aniversário da Biblioteca Municipal com a realização de uma cerimónia que contou com a presença da Secretária de Estado da Cultura, Ângela Ferreira.
A sessão contou, ainda, com a oferta de livros pelos leitores ativos da Biblioteca Municipal, iniciativa desenvolvida pela Câmara Municipal e pela Junta de Freguesia no âmbito da promoção da leitura, um momento musical, protagonizado por Diogo Tavares, da Academia de Música de S. João da Madeira, e as performances de Paulo Condessa.
Paulo Condessa, comissário do Festival Literário Poesia à Mesa, dedicou um poema, da sua autoria, à Biblioteca Municipal Dr. Renato Aráujo e que aqui partilhamos com todos.
Rap da Biblioteca
Antes dos franceses, biblioteca
era uma palavra com poucos fregueses.
Pouca gente lia; a gente via-se grega
para dizer - se biblio theke
- “caixa de livros”-
um lugar que todos podem visitar
desde as antigas Marias
aos mais modernos Ivos.
Mas tal como a discoteca,
o nome está mal escolhido
se o disco toca, não teca,
a discoteca devia ser discotoca.
E quanto á biblioteca,
o nome peca.
Porque a biblioteca é a toca
onde se vão enfiar
os ratos de biblioteca. Portanto
devia ser bibliotoca, não teca.
O nome peca.
Mas fomos atrás dos franceses...
que foram atrás dos gregos antigos.
É que nós nem sempre, nem sempre,
sabemos andar à frente.
Mas sabemos fazer diferente
e somos pátria de grandes génios
e até de grandes Eugénios,
sobretudo literários.
E aqui nestes armários
temos muito recheio nacional
e bem mais original
que muita estrela mundial
que por aí anda, caramba!
Pois não consta que os estrangeiros
embora com mais dinheiros
tenham coisa tão boa
como um Camões ou um Pessoa.
E estão todos nesta sala....
e podem ser lidos à pala.
Já desde sessenta e um
e até agora, em vinte e um,
já por aqui passou
quem muito requisitou
quem estudou e quem sonhou
ou por eles armou um trinta e um!
Mas os dados estão na mesa !
quer dizer, os livros,
com toda a franqueza,
são a nossa melhor defesa
e podemos ter a certeza
que a cultura e a memória
estão nesta caixa gigante,
nossa tão amada amante.
Venha a nós a nossa história,
não é vã a nossa glória, é avante!
Pra diante é que é o caminho
e ninguém o faz sozinho!
A sessão contou, ainda, com a oferta de livros pelos leitores ativos da Biblioteca Municipal, iniciativa desenvolvida pela Câmara Municipal e pela Junta de Freguesia no âmbito da promoção da leitura, um momento musical, protagonizado por Diogo Tavares, da Academia de Música de S. João da Madeira, e as performances de Paulo Condessa.
Paulo Condessa, comissário do Festival Literário Poesia à Mesa, dedicou um poema, da sua autoria, à Biblioteca Municipal Dr. Renato Aráujo e que aqui partilhamos com todos.
Rap da Biblioteca
Antes dos franceses, biblioteca
era uma palavra com poucos fregueses.
Pouca gente lia; a gente via-se grega
para dizer - se biblio theke
- “caixa de livros”-
um lugar que todos podem visitar
desde as antigas Marias
aos mais modernos Ivos.
Mas tal como a discoteca,
o nome está mal escolhido
se o disco toca, não teca,
a discoteca devia ser discotoca.
E quanto á biblioteca,
o nome peca.
Porque a biblioteca é a toca
onde se vão enfiar
os ratos de biblioteca. Portanto
devia ser bibliotoca, não teca.
O nome peca.
Mas fomos atrás dos franceses...
que foram atrás dos gregos antigos.
É que nós nem sempre, nem sempre,
sabemos andar à frente.
Mas sabemos fazer diferente
e somos pátria de grandes génios
e até de grandes Eugénios,
sobretudo literários.
E aqui nestes armários
temos muito recheio nacional
e bem mais original
que muita estrela mundial
que por aí anda, caramba!
Pois não consta que os estrangeiros
embora com mais dinheiros
tenham coisa tão boa
como um Camões ou um Pessoa.
E estão todos nesta sala....
e podem ser lidos à pala.
Já desde sessenta e um
e até agora, em vinte e um,
já por aqui passou
quem muito requisitou
quem estudou e quem sonhou
ou por eles armou um trinta e um!
Mas os dados estão na mesa !
quer dizer, os livros,
com toda a franqueza,
são a nossa melhor defesa
e podemos ter a certeza
que a cultura e a memória
estão nesta caixa gigante,
nossa tão amada amante.
Venha a nós a nossa história,
não é vã a nossa glória, é avante!
Pra diante é que é o caminho
e ninguém o faz sozinho!
- Paulo Condessa
quinta-feira, 20 de maio de 2021
Divulgação | Prémio Nacional Literário João de Deus
A Câmara Municipal de Silves lança a 1.ª edição do Prémio Nacional Literário João de Deus - Poesia 2021, com objetivo de divulgar a criação literária de autores com obra publicada em língua portuguesa.
O Prémio destina-se a autores com idade superior a 18 anos, nacionais ou estrangeiros, a residir em Portugal, que apresentem obra editada em livro, em língua portuguesa, e cuja primeira edição tenha ocorrido nos dois anos civis anteriores ao ano em que ocorre o concurso.
O júri para a 1ª Edição do Prémio será constituído por João Pedro Mésseder, Violante Magalhães e Catherine Dumas.
As candidaturas ao Prémio Nacional João de Deus - Poesia 2021 decorrem entre os dias 22 de Maio e 2 de julho de 2021.
Ao vencedor do concurso será atribuído o valor pecuniário de dez mil euros.
Mais informações: cultura@cm -silves.pt
Regulamento disponível em https://www.cm-silves.pt/.../regulamento-do-premio...
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