terça-feira, 3 de março de 2020

Festival Poesia à Mesa 2020 | 06 Março | " Duomo "



A minha pintura estabelece-se em função daquilo que a vida se encarrega de me depositar nas mãos. Hoje gera-se por referência ao livro “ruído branco”, letras e melodias da artista Ana Carolina.

​Utilizando um processo construtivo para as imagens onde se ocultam e mostram intencionalmente determinados elementos, a minha pintura funciona como uma apropriação dos elementos gráficos identificáveis em sinais puramente plásticos cumprindo uma missão subversiva relativamente à imagem inicial. Há sempre tinta, mas nunca só tinta. Há sempre cor, mas nunca só cor.

​Com uma sensibilidade natural para as potencialidades formais e para a elasticidade metafórica dos materiais, procuro utiliza-los de uma forma simultaneamente sensual e significante.

​Faço-o a partir das minhas próprias situações reflexivas no ato de pintar: a colagem, a sobreposição e a cor. Perguntando, dizendo e pensando, vou compreendendo e explorando um campo imagético carregado de evidências, segundo o qual o discurso pictórico se liga instantaneamente num indissociável choque de matéria e de expressão.
​A exposição tem o título “DUOMO” que deriva do latim “domus” que significa casa.



Diana Costa, nasceu no Porto, em 1979.
Tem a Licenciatura em Pintura pela Faculdade de Belas Artes do Porto, Mestrado em Pintura pela Wimbledon School of Arte de Londres e Doutoramento em Pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Expõe regularmente no país e no estrangeiro. Detentora do 1º Prémio de Pintura na BHF BANK Exhibition - Londres em 2002 e do 1º Prémio na Bienal de Arte Jovem de Penafiel em 2002.

Considerando-se acima de tudo uma pintora, a artista navega também entre o desenho, instalação e na aplicação dos novos media nas artes.

Expõe regularmente desde 2001, entre as suas exposições individuais destacam-se: 2018. "Removed Reality” – Galeria da Sociedade Martins Sarmento, Guimarães; 2017. "Verso, Reverso, Controverso"- Lugar do Desenho - Fundação Júlio Resende, Gondomar; 2015. “36” -  Galeria BangBang, Lisboa;2010. “Diana Costa Network Systems José Lourenço” - Lugar do Desenho | Fundação Júlio Resende, Gondomar; 2009. “Forwards” - Galeria Pedro Serrenho, Lisboa |‘Here, Once, Again’ - Galeria Pedro Serrenho, Lisboa; 2008. “You have mail” - Galeria Fonseca Macedo, Açores; 2007. “Have you a free connection?” - Galeria Ao-Quadrado, Santa Maria da Feira | “When we build let us think that we build forever” - Galeria Sopro, Lisboa; 2006. “Second First Impression” - Galeria Símbolo, Porto; 2005. “Pra chegar andei nas nuvens” - Galeria Sopro-Projeto de Arte Contemporânea, Lisboa; 2004. “If I was a moon playing in your face” - Galeria de Vilar, Árvore-Cooperativa de atividades artísticas, crl, Porto.

O seu trabalho está representado em coleções públicas e privadas, nomeadamente: Museu das Comunicações; ANACOM - Autoridade Nacional de Comunicações; INESC- Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto; BHF BANK, Londres; Coleção Champalimaud; Bolsa de Valores de Lisboa/Porto; Câmara Municipal de São João da Madeira; Jornal de Notícias; Câmara Municipal de Penafiel.

Site:
https://diana-costa.wixsite.com/dianacosta


Biography
Diana Costa, was born in Porto, Portugal in 1979.
BA in Painting by the Fine Arts School of Porto, Master in Painting by the Wimbledon School of Art-London, and PhD in Painting by the Fine Arts School of Lisbon. Regularly have Shows at Portugal and abroad. She holds the 1st Painting Prize at the BHF Bank- London in 2002 and the 1st Prize at the Biennial of Young Art in Penafiel in 2002.

Considering herself above all a painter, the artist also navigates between Drawing, installation and application of new media in arts.

He has been exhibiting regularly since 2001. His solo exhibitions include: 2018. "Removed Reality” – Galeria da Sociedade Martins Sarmento, Guimarães; 2017. "Verso, Reverso, Controverso"- Lugar do Desenho - Fundação Júlio Resende, Gondomar; 2015. “36” -  Galeria BangBang, Lisboa;2010. “Diana Costa Network Systems José Lourenço” - Lugar do Desenho | Fundação Júlio Resende, Gondomar; 2009. “Forwards” - Galeria Pedro Serrenho, Lisboa |‘Here, Once, Again’ - Galeria Pedro Serrenho, Lisboa; 2008. “You have mail” - Galeria Fonseca Macedo, Açores; 2007. “Have you a free connection?” - Galeria Ao-Quadrado, Santa Maria da Feira | “When we build let us think that we build forever” - Galeria Sopro, Lisboa; 2006. “Second First Impression” - Galeria Símbolo, Porto; 2005. “Pra chegar andei nas nuvens” - Galeria Sopro-Projeto de Arte Contemporânea, Lisboa; 2004. “If I was a moon playing in your face” - Galeria de Vilar, Árvore-Cooperativa de atividades artísticas, crl, Porto.

His work is represented in public and private collections, namely: Museu das Comunicações; ANACOM - Autoridade Nacional de Comunicações; INESC- Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto; BHF BANK, Londres; Coleção Champalimaud; Bolsa de Valores de Lisboa/Porto; Câmara Municipal de São João da Madeira; Jornal de Notícias; Câmara Municipal de Penafiel.
 

Festival Poesia à Mesa 2020 | 06 Março | Apresentação do livro "Os dias são assim" de Ana Oliveira



Os dias são assim, cheios de histórias. De amores e desamores. De encontros e desencontros. De lutas, fracassos, mas também conquistas.
Os dias são assim, cheios de vidas.


Ana Oliveira nasceu em Arrifana, concelho de Santa Maria da Feira, em 24 de agosto de 1960. Reside em S. João da Madeira.
Estudou na Faculdade de Letras da Universidade do Porto onde concluiu o curso de Línguas e Literaturas Modernas – variante Português e Francês.
É professora de português e professora bibliotecária no Agrupamento de Escolas João da Silva Correia
É autora dos livros infantojuvenis Do cinzento ao azul celeste (2009), O santo guloso (2012) e de um conto premiado, intitulado “Palavras à solta” na antologia Papá, só mais uma (2015). É autora do conto “Nyambura” publicado na antologia 39 poemas e contos contra o racismo (2014) ao qual foi atribuído o 1º lugar (3ºescalão), no concurso de poesia/conto contra o racismo, promovido pelo Alto Comissariado para as Migrações (ACM) e ainda do livro Em poucas palavras (2016), microcontos em 77 palavras.
Gere um blogue pessoal onde publica parte da sua produção literária: www.livro-leitor.blogspot.com.

POESIA NA CORDA | 3 A 21 DE MARÇO | PRAÇA LUÍS RIBEIRO e 8ª AVENIDA

Estendais trocam a tradicional roupa por poemas escritos e pendurados por quem passa.
É um concurso aberto a todos e organizado pela Associação Ecos Urbanos e Biblioteca Municipal.
A poesia também vai ser pendurada no 8ª avenida numa cúpula geodésica.



EXPOSIÇÃO BIBLIOGRÁFICA "DE PASSAGEM... PELA POESIA DOS CANTAUTORES"


No âmbito do 18ª edição do Festival da Poesia à Mesa e no mês em que se celebra a poesia nesta cidade, com a participação de muito e variado público, pretende-se apresentar o vasto espólio desta biblioteca referente aos cantautores que, para além da letra, são também muitas vezes autores da música, assumindo-se como os trovadores da atualidade.


Esta mostra estará patente na receção da Biblioteca entre 2 e 31 de março.












quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

POESIA À MESA 2020 | 29 FEVEREIRO | 22H00 | CASA DA CRIATIVIDADE

Pedro Lamares & Lúcia Moniz celebram a amizade de Sophia de Mello Breyner Andresen e Jorge de Sena, bem conhecida, até pelas cartas publicadas. Juntos, em separado, atravessaram o deserto de um país em ditadura. Sena exilou-se, Sophia ficou. Desse afastamento físico resulta a literatura epistolar da sua correspondência. Muito além da direta, há uma profunda correspondência de propósitos. A luta pela liberdade, pela ação, pela palavra. Esta peça é um exercício de intertexto. Intertexto entre dois poetas, entre dois atores, intertexto de afetos e uma luta comum, entre o mundo 
que temos e o que queremos. 
 
 

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

18ª edição do Festival Poesia à Mesa | Programa Detalhado























Festival Poesia à Mesa 2020

De 29 de fevereiro a 21 de março uma tempestade de poesia vai atravessar a cidade de S. João da Madeira, que acolhe a 18ª edição da Poesia à Mesa.
A cidade será o palco privilegiado de várias iniciativas, onde a poesia é a matéria prima!










18ª Edição do Festival Poesia à Mesa | 29 de Fevereiro a 21 de Março

A poesia volta a inundar as ruas de S. João da Madeira, no ano em que atinge a maioridade.



quarta-feira, 20 de novembro de 2019

JOSÉ MÁRIO BRANCO (1947-2019)

Sentida homenagem a José Mário Branco,  poeta, escritor, compositor, cantautor e produtor que faleceu ontem.

A Biblioteca Municipal, já tem disponível na sua vitrine de destaques alguns dos seus cd's, para que todos possam desfrutar do legado deste marcante artista da música portuguesa do séculos XX e XXI.

José Mário Branco era natural do Porto, foi homenageado na Feira do Livro da sua cidade, no ano passado e passou a ter uma tília em sua homenagem no Palácio de Cristal, à semelhança de Agustina Bessa-Luís, Vasco Graça Moura, Mário Cláudio e Sophia de Mello Breyner Andresen.






Emigrantes da quarta dimensão

Dá-me uma ajuda, ó médico das almas
Para escolher em que combate combater
Quem condeno eu à vida 
Quem condeno eu à morte
Que me podes tu dizer

Encostado à árvore do tempo
Folhas vivas, folhas mortas, estações
Nada disto faz sentido 
E o sentido do sentido não paga as refeições 

Este torpor só tem uma solução 
Sejamos deuses, é meter as mãos à obra 
E no fazendo acontecendo 
Deixar ir o coração 
Que é o que nos sobra 

Ao fazer-se o mundo nasce de si próprio 
Ser avô é uma alegria atravessada
Dá para rir e p'ra chorar 
Não temos nada com isso 
E nada não é nada






Saiba mais em:



terça-feira, 19 de novembro de 2019

" A FADA SOPHIA" POR PAULO CONDESSA | 26 NOVEMBRO | 21H30 | PAÇOS DA CULTURA |





PERFORMANCE POÉTICA - HOMENAGEM A SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN
 
“A FADA SOPHIA  -  fantasia poética sobre a vida, os sonhos e os poemas da fada que nos alimenta a alma” por Paulo Condessa
Uma intervenção poética simples e intimista, acompanhada pelo envolvente som de taças tibetanas, com leituras sensíveis e irrequietas reflexões sobre a mulher e a obra que marcou o imaginário colectivo português do século XX. 
Algures entre o sonho e a realidade, a prosa dos dias e a música subtil do pensamento poético,  uma viagem profunda e lúdica ao oceano da fada que se manteve  fiel ao seu fresco olhar de  menina e para sempre adormeceu, junto à cabeceira da nossa eterna juventude.
Público-Alvo: Público em geral
Local: Paços da Cultura  
Quem é Paulo Condessa?
Participou na 1ª edição do Festival de Poesia à Mesa, em 2003. Interrompeu a sua participação durante alguns anos, mas em 2016 passa a ser o Comissário deste Festival com José Fanha.
Define-se a ele próprio e ao seu trabalho assim:


"A Escrita e a Leitura são os escafandros para mergulhar em nós.
Trabalho sozinho e em grupo, exploro menos significados, mais sentidos. Crio espectáculos e oficinas, recheados com sinestesias e outras delícias literais. Escrevo como quem desenha um mapa, leio como quem desmonta um brinquedo. E aproximo-me do tesouro: nós!, sempre nós.  A nossa alma de meninos e a nossa madura capacidade de reescrever o Passado, desembrulhando o Presente. 
Não comecei por aqui: tive a cabeça e o coração num sítio diferente. Inundei-me em Ciências da Comunicação; Marketing; Publicidade; e algumas coisas boas ficaram dessa vida intensa vivida ao segundo. Mas andava um pouco por fora e vi-me obrigado a descobrir cá dentro  aquilo que sou quando me dou inteiro ao mundo.
Agora cozinho tudo no mesmo bolo, arte, ciência, filosofia, terapia, religião, economia, acreditando que um dia não haverá seres humanos separados, fatia por fatia.
Dia a dia, sigo o rasto da fada transparente que abria a boca fininha e dizia soprando pelo buraco da fechadura: ”a poesia nasce na raíz da vida e desagua nas folhas da literatura” 
"Hoje, a minha vida são pessoas. São sensações. Através da escrita e da leitura mergulho na profunda humanidade dos seres. Eu e os Outros. Os Outros e Eu. Nós.
E a Natureza a sorrir ao fundo, como um pai que observa o filho enquanto brinca.
Uma fada, uma minhoca, um astronauta, um médico, muita tinta
que pinta lá dentro onde somos tudo isso e ainda
O Feiticeiro de Oz.
Não trabalho com significados, trabalho com sentidos. Sentir, exprimir.
Invento espectáculos, invento oficinas. Vou a espectáculos, vou a oficinas.
Para mim, a escrita é um mapa. A leitura é um mapa. Não é o tesouro.
O tesouro somos nós, a nossa alma de meninos ainda traquinas
a nossa madura capacidade de entrega
à mãe das almas do mundo.
Trabalho sempre no Presente porque, no fundo, o Presente é um Presente.
Não comecei por aqui. Comecei lá longe, com a cabeça e o coração num sítio diferente.
Ciências da Comunicação. Marketing. Publicidade. Vida intensa vivida ao segundo.
Mas talvez… um tudo nada ausente…
talvez… andasse por fora e me visse agora obrigado a olhar para dentro
daquilo que sou; agora e quando
me dou inteiro ao mundo.
Misturo tudo; arte, ciência, filosofia, terapia, religião, economia e um dia não haverá um Ser Humano separado fatia por fatia. Já sinto o bolo de luz inteiro como um ovo,
o novo resplandescente Mundo Novo. Por isso sigo
o rasto da fada transparente que abria a boca fininha
e soprava pelo buraco da fechadura
a poesia nasce na raíz da vida e desagua
nas folhas da literatura."

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

"QUANDO" DE SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN


SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN - 6 NOVEMBRO 1919

Para assinalar o centenário do nascimento de Sophia de Mello Breyner Andresen, a 6 de novembro, no Porto, a Biblioteca oferece durante todo o dia de hoje, alguns dos seus poemas impressos e um marcador de livros a todos os leitores que nos visitarem.

Além da exposição bibliográfica que está patente durante o mês de novembro, na receção da biblioteca, decorrerá também nos Paços da Cultura a performance poética "A fada Sophia" por Paulo Condessa, no dia 26 de novembro, pelas 21h30.

Com estas iniciativas a Biblioteca Municipal pretende homenagear e promover a leitura do legado de uma das poetisas portuguesas mais importantes do século XX e dar a conhecer a sua diversificada e monumental obra literária.
 


 

terça-feira, 15 de outubro de 2019

PRÉMIO LITERÁRIO JOÃO DA SILVA CORREIA 2018





O Prémio Literário João da Silva Correia, grande escritor sanjoanense, foi instituído pelo Município de S. João da Madeira, em 1986, com o objetivo de promover a leitura e a escrita criativa e de incentivar o aparecimento de novos valores e talentos literários.

O júri da edição de 2018, constituído pelo ex-ministro da Cultura, escritor, poeta e ficcionista Luís Filipe Castro Mendes, pelo poeta José Fanha e pelo editor António Baptista Lopes, apreciou mais de quatro dezenas de obras de poesia, tendo atribuído o Prémio João da Silva Correia à obra "Manhãs do Mundo" de Nuno Figueiredo, pela sua qualidade poética.

Nuno de Figueiredo nasceu em Coimbra, onde reside e trabalha. É licenciado em engenharia civil pelo Instituto Superior Técnico.
Como poeta, publicou em 1985, o seu primeiro livro "O Desencanto em canto" (edição de autor).
Mais recentemente editou em 2014 "Crepúsculo" (Taratruga), prémio Fernão de Magalhães Gonçalves, e "Longo caminho para casa" (Minerca Coimbra), prémio Florbela Espanca.
"Dias verticais", prémio Vasco Graça Moura 2016, foi lançado em 2017 pela Afrontamento, e "Sublimação da matéria", distinguido em 2017 com o prémio António Cabral, encontra-se a aguardar edição.
"Epifanias" foi galardoado com o prémio Actor Mário Viegas 2018, instituído pelo Centro Cultural Regional de Santarém, que promoveu a edição.
Como ficcionista, iniciou-se em 1997 com o romance "Os dias gloriosos do Império", primeiro volume de uma trilogia intitulada "Vida e morte de Inocêncio".
Os livros mais recentes são "Rendição e trevas", galardoado em 2011 com o prémio literário Alves Redol (romance), a que se seguiu "Vida e sombra", em 2012, prémio literário Miguel Torga, atribuído pela Câmara Municipal de Coimbra.
Em 2016 saíram os últimos romances: "Aprender a perder" (C.M. Coimbra), prémio João José Cochofel, e "Gramática da melancolia" (Âncora Editora), prémio Orlando Gonçalves.
Pelo meio ficam três dezenas de outras obras - poesia, contos, romances - a várias das quais foram atribuídos prémios literários.
escreve para jornais e revistas de letras e está representado em diversas recolhas e antologias.


Apesar do regulamente não prever a atribuição de Menções Honrosas, o júri acordou em atribuir 5 menções honrosas aos seguintes concorrentes:





menções honrosas:
PSEUDÓNIMO GABRIELA AL – “OS CONTENTORES NÃO CABEM NAS CARAVELAS”
Ana Maria Carvalho Pinheiro Vieira (Lisboa)

PSEUDÓNIMO ANTÓNIO BASTOS DE CASTRO – "A QUAL FONTE O SOL REGRESSA? SEGUIDO DE PÁSSARO MOLHADO NA ALGIBEIRA"
Luís Aguiar (Águeda)

PSEUDÓNIMO PILAR VERDADE - "Eras o cervo que fugia depois de haver-me ferido"
Fernando Manuel da Cruz Cabrita (Olhão)

PSEUDÓNIMO LUCA DI S. PIETRO – "UMA CASA DE PAPEL ONDE MORAR"
Nuno Garcia Lopes (Asseiceira)

PSEUDÓNIMO NGOLA NALEMU - "IMPRECISÕES"
José Manuel Teixeira (Guimarães)