sexta-feira, 14 de março de 2008

Cláudia Sofia,11ºF

“Perdida em pensamentos, seguia o fio incerto, ténue, frágil, das recordações, vasculhando no pretérito perfeito guardado na memória. Ali, onde os dois azuis se conjugavam em perfeita harmonia e o silêncio era abençoado pelos raios de sol, (ela) sentia uma paz de espírito única, quase sobre-humana. Tudo se tornava claro, como se tivesse descoberto o segredo do mais perfeito truque de magia. Nuvens escuras de problemas e de preocupações esvaíam-se em farrapos, e dissolviam­se no rasto de espuma branca. Ficava apenas o vislumbre de um futuro aliciante, levado nas asas de uma andorinha, e um cheiro intenso a sal e a liberdade.”
Escola Secundária 2,3 Oliveira Júnior

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